Archive for dezembro \27\UTC 2007

O Verdadeiro espírito do Natal….

f,27 ,2007

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A cada ano que passa me parece que  este está se tornando cada vez mais o verdadeiro espírito de Natal… Mas não podemos esquecer que Natal não é só isso. Tem também as comidas e as compras e as  compras e as compras e as compras…

Leandro Sapucahy – Cotidiano(.mp3)

f,8 ,2007

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                               Surfista, tatuado e fã de rock, Leandro Sapucahy não lembra o típico sambista regulamentar. E não é. Produtor musical dos bons (assinou o último cd da Maria Rita), percussionista na banda do “chapa” Marcelo D2, ele queria neste cd realizar um trabalho que estivesse a altura de suas exigências. E conseguiu um resultado diferenciado. Com um pé na tradição do samba, mas de olho no futuro, Sapucahy traçou um retrato sem retoques do dia-a-dia nas favelas cariocas. Não por acaso, o cd se chama Cotidiano (dããã). Na faixa “Numa Cidade Muito Longe Daqui” (Polícia & Bandido) , ele apresenta com mais de um ano de antecedência a realidade retratada por Jose Padilha no filme ” Tropa de Elite”, combinando com perfeição o samba e o hip-hop com a participação de Marcelo D2. Mas não é só isso. O CD é muito mais. Em cada faixa, uma nova surpresa. Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz também se apresentam em participações especiais. Um CD imperdível (e bem difícil de encontrar por aí).

Baixa aí:

http://rapidshare.com/files/75116867/Leandro_Sapucahy_-_Cotidiano_-_2006.rar

EXPOTENPO 2007:Marco Zero de Um Novo Tempo

f,6 ,2007

             Em sua terceira edição, a EXPOTENPO, feira portelense da indústria comércio, serviços e agropecuária, consolidou  o evento, estabeleceu um padrão e cristalizou algumas idiossincrasias locais. A saber:

            Quando foi realizada a primeira feira, nos longínquos anos 90, tudo não passava de uma aventura artesanal. Realizada basicamente no interior do Ginásio Municipal de Esportes, nela mal cabiam os sonhos de quem participou de sua realização. Mas, depois de apontar um dedo tímido para o futuro, ela hibernou por longos doze anos. Não somente ela. A própria cidade mergulhou num sono coletivo (alguns chamariam de coma), agitado de vez em quando por alguns pesadelos ocasionais.

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